By: www.cibelesantos.com.br
Conjunto de divagações inúteis ou nem tanto sobre livros, viagens, filmes, teatro, tv, etc. Ou seja, coisa de quem não tem muito o que fazer ou quer fazer demais com o tempo que sobra.
domingo, 31 de maio de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Dicas de hospedagem na Europa
- BRUXELAS à Sleep Well Hostel – Excelente, fiquei num quarto duplo com banheiro privativo - muito limpo – café da manhã bom (para os padrões europeus) – Da estação de trem tem que pegar o metrô e a estação fica há duas quadras do albergue – A principal atração da cidade – a Praça Maior – fica há alguns quarteirões e dá para ir a pé - www.sleepwell.be
- AMSTERDAM à Hostel Stayokay Amsterdam Voldepark (da rede Hostelling Internacional à tem que ter carteirinha de alberguista ) – Muito bem localizado, dá para ir a pé se quiser da estação de trem, mas tb tem ônibus fácil – Dá para ir a pé nas principais atrações ou de barco – o albergue é careta, não tolera o uso de drogas – muito limpo e organizado – fiquei num excelente quarto duplo com banheiro – café da manhã excelente - www.hihostel.com
- BERLIM à Hostel Circus Weinbergsweg à excelente, agitado, com happy hour – limpo e organizado. sem café da manhã incluído. Localizado perto das principais atrações da cidade e de metrô, mas longe da estação de trem, embora o ônibus te deixe na porta. Quarto duplo, mas com banheiro coletivo – tem um Tour a pé que é sensacional para quem gosta de história e fala inglês, dura o dia todo e vc conhece os principais pontos com um guia excelente – vale a pena – www.circus-berlin.de
- VIENA à fiquei no Hotel da rede Mercure – não é barato – mas excelente, perto do metrô, limpo, com ar condicionado, banheiro amplo, com secador de cabelo e todas as mordomias, mas sem café da manhã – perto de supermercado – www.mercure.com
- VENEZA à Fiquei num flat (Residenza Cà Dario), próximo da estação de trem, foi um pouco confuso de achar, mas a cidade é mesmo um labirinto – excelente acomodação, dava para 5 pessoas – café da manhã fraquinho – ar condicionado e cozinha – preço caro, mas tudo é caro em Veneza – www.residenzacadario.it
- FLORENÇA à Hotel Montreal – preço razoável, próximo da estação de trem e dá para ir à pé até o Duomo e a Galeria Ufizzi, que são as principais atrações da cidade – tem ar condicionado, tv no quarto – existem quartos com e sem banheiro privativo. Sem café da manhã. Reservei através do site: www.venere.com
- ROMA à POP INN HOSTEL à nesse albergue animado fiquei num quarto duplo, dividindo o banheiro com mais um quarto; não vi o dormitório; era tudo até que limpinho. O pessoal que trabalha lá é muito simpático e prestativo: logo que você chega eles já te dão um mapa da cidade e explica tudo, dando as dicas, ensinando o metrô, etc. Tem café da manhã (café e croissant). No meu quarto tinha ventilador; não tem ar condicionado. Tem internet gratuita (mas só tem 2 computadores e limite de 15 minutos). Fica localizado “colado” na principal estação de trem da cidade, a TERMINI. Esse local não é o mais bonito da cidade, e o albergue é meio decadente mas foi o mais barato e mais prático. Na estação tem supermercado, shopping; nos arredores tem Mc Donald´s, cantinas, pizzarias, lavanderia (muito caro), etc. Gostei muito!!! No dia que saímos, só íamos pegar o trem às 23:00 e eles ficaram com nossas malas guardadas até à noite sem nos cobrar nada. www.popinnhostel.com
- NICEà Fiquei num residencial tipo FLAT excelente, o Nice Fleurs. Quarto e prédio excelente, há algumas quadras da praia (10 minutos a pé). Sem café da manhã, mas tem cozinha, banheiro privativo c/ banheira. Fui da estação a pé, mas é meio longe (meia hora andando), recomendo ônibus. Tem supermercado perto. Achei o preço bom. Cheguei antes do horário do check in e eles ficaram com nossas malas até voltarmos, sem cobrar nada. www.residence-nice-fleurs.activehotels.com
- MILÃO à Hotel Verona Milano à perto da estação de trem e dá para ir a pé até as atrações principais (20 minutos), como a Catedral e o Teatro La Scala. O quarto era ótimo, com ar condicionado e banheira. Os donos são extremamente simpáticos e prestativos, ainda mais quando descobrem que vc é brasileiro. O café da manhã era muito bom, tudo era limpo e tem acesso à internet. Reservei através do www.venere.com
- BARCELONA à Albergo Pere Tarrés à excelente albergue da rede HI, muito limpo, organizado e caretão. Tem lock-out (horário que ninguém fica no albergue para limpeza geral). Cheguei antes da hora e eles guardaram nossa mala, sem cobrar nada. Café da manhã incluído e até que bom. Fiquei em quarto duplo, com banheiro e ar condicionado, com direito à varandinha. Tem restaurante próprio com comida boa e barata, tem cozinha para quem quer cozinhar; lavanderia baratinha e internet. Fica a 20 minutos da estação de trem, mas é uma ladeira: quase morri (eheheh). Recomendo! www.peretarres.org/alberg/index_eng.html
- MADRI à Hotel Astúrias à foi o único que não reservei antes; fui num quiosque que tem na estação próprio para reserva de hospedagem e eles sugeriram esse. Paguei barato pelo quarto duplo, que é excelente, mas sem ar condicionado; tem banheiro privativo c/banheira. É bem localizado, próximo do metrô (Porta do Sol), mas é bem barulhento à noite. www.hotel-rates.com/spain/madrid/asturias-hotel.html
- SANTIAGO DA COMPOSTELA à Hotel San Carlos – hotel muito bom e bem localizado, entre o centro histórico e a estação de trem. Quarto amplo, com ar condicionado, banheiro c/ banheira, tudo muito limpo. Chegamos antes do check-in, mas como o quarto estava vazio, nos deixaram entrar sem cobrar nada a mais. Pessoal simpático e prestativo; não tem café da manhã. Boa opção, preço razoável. www.hotelsancarlos.net
- PARIS à Hotel Mercure Quartier Latin à fiquei nesse hotel da Rede Mercure (que tem vários na cidade), preço meio caro, mas bem localizado: perto de metrô, dá para ir a pé até a Catedral de Notre Dame e ao Rio Sena; o bairro é boêmio, cheio de bares, cafés e restaurantes. Quarto excelente, com ar condicionado, banheiro privativo c/ banheira, Tv; sem café da manhã incluído. Saí cedo no ultimo dia e eles ficaram com nossas malas até à noite sem custo nenhum. Foi uma excelente opção ! Recomendo. www.mercure.com
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Como planejar um mochilão pela Europa
1. Comprei o “Guia Criativo para o Viajante Independente na Europa” – www.oviajante.com Usei muito no planejamento e durante toda a viagem. Foi uma dica excelente de outros mochileiros e valeu muito a pena. Também comprei um guia em inglês, que é mais completo até, com bons mapas à LONELY PLANET EUROPE (www.livrariacultura.com.br) . Alguns mochileiros me sugeriram outros, que parecem ser excelentes também, como o “Let´s go”, o “Rough Guide”, mas optei pelo Lonely Planet mesmo.
2. Defini as datas que teria disponível para viajar, quanto mais ou menos teria para gastar e quais cidades seriam a minha prioridade. No meu caso, eu tinha, entre embarcar e botar os pés de volta no Brasil 35 dias. Elegi as 4 cidades em que eu queria passar mais tempo (pelo menos 4 dias): LONDRES – PARIS – ROMA – MADRI. Decidi que as demais cidades seriam lucro: não tinha importância se eu não conseguisse conhecer tudo o que eu queria das outras cidades, o importante era conhecer o que eu realmente queria das quatro eleitas !
3.Comprei a passagem aérea, definindo a cidade inicial. Fiz o seguro de viagem (obrigatório na maioria dos países europeus). O que achei melhor e mais barato foi um da www.micbrasil.com.br (è comprei na agência de turismo onde comprei a passagem aérea). Fiz a carteira de alberguista (rede de albergues Hostelling International – www.albergues.com.br ).
4. Decidi se iria fazer os trajetos de trem ou de avião, já que na Europa existem várias cias. aéreas muito baratas (preços tão baixos que parece brincadeira) como a www.easyjet.com e a www.ryanair.com.
Vantagens do avião: são mais rápidos e mais baratos;
Desvantagens do avião: não dá para curtir a paisagem; os aeroportos utilizados por essas empresas são secundários e por isso distantes; os horários são malucos, muitas vezes de madrugada.
Vantagens do trem: dá para curtir as paisagens lindas, não precisa despachar bagagem nem fazer check-in, as estações de trem são bem localizadas, facilitando o traslado até a hospedagem, os horários são ótimos e dá para dormir no trem, economizando uma diária.
Desvantagens do trem: demora mais e é mais caro. Tem que prestar bastante atenção na plataforma que o trem para, a fim de não pegar o errado (eu ia olhar um dia antes....). Se vc perder o passe de trem ou ele for roubado, já era, não tem reembolso ou substituição.
5. Após definir que iria fazer o trajeto de trem, estudei as opções de passe na www.eurail.com e descobri quem era o representante na minha cidade através de contato no www.accortour.com.br .
Fui no representante aqui de Santos, que é a Cottatour (meu contato é o Wagner), sito na Rua Dr. Carvalho de Mendonça, 209 – Tel. 3221-8500 - E-mail: cottatour@cottatour.com.br) e comprei o passe (demora uns dias para chegar).
6. Defini o roteiro dia a dia, país por país, utilizando, inclusive, a tabela de horários de trem contido neste site: http://reiseauskunft.bahn.de/bin/query.exe/en
(detalhe: os horários se mostraram 99,99999% certos de acordo com este site alemão; as diferenças eram de minutos)
Levei o roteiro para o agente de viagem (Wagner – Cottatour) que me vendeu o passe de trem para ele ver se era viável ou não e analisar as melhores rotas para mim. E ele fez algumas adaptações, para ficar mais fácil e adequado. Fiz reserva de assentos dos trechos que ele disse serem mais procurados naquela época (verão), pois o passe te dá direito ao embarque e não necessariamento ao assento. Lá na Europa eu verifiquei que em alguns países não precisava ter feito reserva nenhuma porque estava bem tranqüilo e vazio (ex. Áustria, Alemanha); mas na Itália, por exemplo, tava uma loucura: ainda bem que reservei !!!
7. Comprei a mochila à modelo Twin Peaks da marca Kailash. O legal dela é que tem como guardar as alças e ela vira uma mala de viagem, ideal para despachar no avião. Ela vem com um mochilinha destacável, que eu usava para o dia, durante os passeios, colocando água, chocolate, bolachas, etc. O ideal seria uma mochila dessa com rodinhas, mas embora vários mochileiros tenham me falado dela, não achei para comprar. Visite: www.arcoeflecha.com.br
Na minha opinião, mala comum de rodinhas não dá certo; muitas escadas, longas distâncias, armários pequenos.....por mais que pese a mochila, ainda é bem mais prático.
8. Fiz as pesquisas de hospedagem, utilizando os guias e as indicações do site: www.tripadvisor.com para escolher os lugares. Fiz reservas via internet utilizando esses sites: www.activehotels.com www.venere.com www.bookings.org www.hihostels.com . Não tive nenhum problema com eles: cheguei nos lugares e estava tudo certo. (imprima tudo !!!)
9. Pesquisei a previsão de tempo e defini as roupas que iria levar e quais os objetos importantes que não poderiam faltar. Eis alguns: capa de chuva (daquela bem fininha); canivete; aquelas almofadas de pescoço para dormir no trem/avião, junto com a máscara; abafador de ouvido (para dormir no trem sem barulho); squeezy (para colocar água); boné, óculos escuros; CADEADOS (de vários tamanhos, para usar nos armários dos albergues); porta-moedas (se usa muita moeda por lá); aquelas bolsinhas tipo pochete que se usa debaixo da roupa, para colocar o passaporte, a passagem e o dinheiro); talheres de camping; .
10. Comprei traveler-check, mas me arrependi. Apesar de ser mais seguro (se vc perder ou te roubarem vc é reembolsado), não é bem aceito como nos EUA; na Europa vc tem que pagar taxa, comissão, etc para trocar por euros. Melhor levar dinheiro mesmo. (Se for para Inglaterra, não esqueça de levar libras, pois eles não aderiram ao euro). Levei parte em dinheiro, parte em traveller e cartão de crédito (os mais aceitos foram o Visa e o Mastercard).
quinta-feira, 28 de maio de 2009
In Treatment - Série da HBO sobre psicologia
"A Psicologia é algo muito comum no universo cinematográfico e também nos seriados. Sempre citamos o tratamento psicológico dos personagens em determinadas séries, filmes que tentam se incluir mais nessa pesquisa investigativa da mente humana para entender qualquer ação que se faça. No filme, por exemplo, Além da Linha Vermelha, o diretor Terrence Mallick se utiliza da batalha de Guadalcanal, realizada numa Ilha do Pacífico durante a II Guerra Mundial, para mostrar como os soldados reagiam diante do conflito. Ele praticamente se esquece do que foi realmente o conflito e concentra a sua narrativa nos soldados que ali estavam.
Não só neste filme de Terrence Mallick, que recebeu, na ocasião, sete indicações ao Oscar, mas ultimamente, devido aos conflitos no Iraque e no Afeganistão, as produções têm procurado entender mais o instinto humano quando os soldados retornam para casa, do que em relatar a própria guerra. Isso pode ser visto em dois filmes recentes: o primeiro, A Volta dos Bravos e, o segundo, O Reino. Ambos tratam dessa luta em dois fronts por parte dos americanoos. Brian de Palma também fez uma obra documental e ficcional sobre a mesma temática, no seu longa Redacted, em que ele também se aprofunda no estudo psicológico dos seus personagens para compreender o pensamento de cada um sobre a guerra ou o porquê de se estar ali.
Existem, obviamente, outros filmes que tem a Psicologia como pano-de-fundo como, por exemplo, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, Gênio Indomável, Bicho de Sete Cabeças, Abril Despedaçado e tantos outros que, se eu me esforçasse um pouco mais, poderia listar aqui. Todos estes tratam muito bem do lado psicológico dos seus personagens, talvez não de maneira direta, mas de uma forma que dá a entender a verdadeira mensagem que os seus diretores estejam querendo passar: compreender a mente humana.
No entanto, uma nova série da HBO, chamada In Treatment, aprofunda na Psicologia pura, como ela realmente é, algo que nunca foi feito no cinema, pelo menos não que eu me lembre. Todos os pontos necessários para se compreender o que se passa na mente de cada ser humano está ali, com diversos casos e problemas, de pessoas com personalidades diferentes, que procuram um terapeuta para ajudá-lo a entender tudo o que está se passando na sua vida. O trabalho do terapeuta: ajudar essa pessoa a achar o seu caminho.
Gabriel Bryrne encarna Paul, o dono do consultório. Na segunda-feira, ele atende Laura, uma médica que está apaixonada pelo próprio Paul. Terça-feira é a vez de Alex, um piloto de guerra traumatizado por ter matado inocentes há anos atrás. No dia seguinte, Paul atende Sophie, uma menina ginasta que tentou suícidio. Quinta-feira chega a vez de Jake e Amy para uma terapia de casal. E, finalmente, na sexta-feira, o próprio Paul se consulta com sua amiga e mentora, Gina.
Assim sendo, a cada semana essas pessoas voltam ao consultório de Paul com uma nova história para ser contada, novos problemas e novas situações. O trabalho do teraupeta: ouvir. E isso é algo que a série deixa muito claro durante os vinte minutos de exibição dos episódios. A única coisa que Paul faz é ficar sentado e ouvindo o que o seu paciente tem a dizer. O texto altamente bem feito, ajuda a dar sustento às histórias, juntamente com as ótimas interpretações dos seus atores.
In Treatment pode causar até um certo sono durante alguns momentos, porque ela se passa em um único cenário (o consultório de Paul) e, durante todo o tempo, ela é construída a partir de diálogos fortes, com a câmera girando em torno do terapeuta e do paciente, além de se utilizar de planos fechados para causar ainda mais impacto para quem está assistindo. Uma espécie de trazer emoção e comoção pela história que está sendo contada. Obviamente que isso ajuda a dar mais realidade, mas principalmente, ajuda a entender o sentimento de cada um quando se senta ali no divã, coisa que não é fácil para ninguém, nem para um adulto quanto menos para uma garotinha.
Além disso, um outro fator interessante da série é a humanização do seu terapeuta, Paul. Durante a semana ele atende todas essas pessoas, mas na sexta-feita ele próprio vai para o divã. É interessante notar porque se pensa que os terapeutas têm respostas para todas as coisas. Mas não é bem essa a verdade. Eles também têm problemas e o que Paul faz em se consultar com uma outra pessoa, o que desmetifica o que normalmente se pensa em relação a estas pessoas. Afinal de contas, são tantos problemas que Paul ouve que ele se vê na necessidade de, não exatamente compartilhar, mas de tentar descarregar um peso que ele tem para si com uma outra pessoa, a amiga e mentora, Gina.
É possível se identificar em muitos aspectos com os problemas contados pelos pacientes. Todos eles procuram achar um significado para as coisas que acontecem ou, simplesmente, procuram se entender. A série não perde o ritmo em momento algum, sendo brilhantemente escrita e melhor ainda interpretada. Recomendável a todos aqueles que gostam de diálogos inteligentes, impactantes, mas também, de uma pequena dose de emoção."
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Somos um país de Analfabetos
* Crônica de Lya Luft publicada no dia 1º de outubro de 2008 na revista Veja.
terça-feira, 26 de maio de 2009
E os homens? por Arnaldo Jabor
segunda-feira, 25 de maio de 2009
O que ñ usar - Arnaldo Jabor
Algumas coisas que as mulheres devem saber que são tristes de usar.
Com isso, e pela importância que dou ao sexo feminino, decidi fazer uma pequena listinha de coisas que simplesmente algumas mulheres deveriam repensar antes de usar (caso uma mera opinião masculina importe).
É triste mulher:
1)Usar esmalte com uma florzinha (ou estrelinha) em 1 das unhas combinado com a outra mão (no pé já é caso de internação);
2)Salto de acrílico (a ñ ser que vá fazer 1 filme pornô ou agradar o namorado fetichista);
3)Lente de contato colorida. Essa é uma das tenebrosas campeãs. Além de dar uma enorme vontade de lacrimejar de aflição (para quem está de frente com o ser), parece que estamos diante de uma personagem do próximo filme do X-Men;
4)Meia-calça cor da pele, tipo Kendall para o inverno (a ñ ser que tenha mais de 70 anos ou use debaixo da calça em caso de frio extremo). Em hipótese nenhuma deve ser usada com saia e sandália aberta;
5)Calça justa demais, que aperte as partes íntimas (fica parecendo pata de camelo);
6)Descolorir os (muitos) pelos da barriga, o famoso 'caminho da felicidade'. Melhor depilar, caso contrário é melhor procurar um namorado que tenha colocado blondor no bigodinho. Farão um lindo par;
7)Unha do pé grande, maior do que onde termina o dedo, além de ficar muito feio pode ser um perigo fazendo 'carinho' com o pé, no marido ou namorado. Se estiver solteira, vá à praia de meia;
8)Calça jeans com muitas aplicações (rosas coloridas,tachas,strass,etc.).Tudo em exagero polui o visual e esse tipo de calça tem muita informação. Usada junto com o item 2 é uma das piores composições. Se pretender sacanear algum namorado (ou ex), chame o para jantar ou dançar, e vá assim;
9)Perfume
10)Calça legging com tamanco de madeira. Se vc ñ estiver numa refilmagem de 'Grease nos tempos da brilhantina', use outra maneira de chamar a atenção. Há outras (e muito melhores) maneiras de um cara te achar gostosa.
sábado, 23 de maio de 2009
Kit "Segunda Guerra Mundial"
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Bélgica

Bom, eu não sirvo de parâmetro para nada, pois quem me conhece, sabe o nível da frescura rsrsrs Mas não gostei nem um pouco de Bruxelas, na Bélgica.quarta-feira, 20 de maio de 2009
Fahenhreit 451

segunda-feira, 18 de maio de 2009
A day in London - Um dia em Londres

Sugestão para uns dias bem "turista farofa":
domingo, 17 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
Leia o Livro e veja o filme !

O livro (sinopse by Skoob) : Michael tem somente 15 anos quando conhece Hanna, uma mulher 21 anos mais velha.É o início de uma delicada relação amorosa, marcada por pequenos gestos e rituais. A leitura de clássicos de Tolstói, Dieckens e Goethe precede os encontros. Ao londo de meses, o casal repete essas cerimônias, interrompidas pelo súbito desaparecimento de Hanna. Sete anos depois, Michel, estudante de direito é convidado a tomar parte em um julgamteno contra criminosos do regime nazista. Ele descobre que uma das acusadas é sua antiga amante, o que o lança a um vórtice de culpa e piedade.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Excelente Filme !

Clint interpreta Walt Kowalski, um veterano da Guerra da Coréia, ex-montador de carros da Ford, racista e ranzinza, que mora em um bairro pobre de Detroit, e tem como seus vizinhos, imigrantes da etnia asiática Hmong, que Walt ofende com insultos racistas. Ele ainda tem problemas com a própria família, que o acha ranzinza, antiqüado e com uma paranóia contra coisas asiáticas. Ele passa seus dias fazendo consertos gerais em casas, bebendo na varanda de sua casa, e indo mensalmente ao barbeiro.
Walt enxerga erroneamente, nos Hmongs, seus inimigos de guerra, que devastaram a economia do império americano. Mas na verdade, os Hmongs lutaram e se aliaram aos americanos. Depois que socialistas começaram a persegui-los, eles vieram para a América. Algo que Walt não consegue entender, já que é extremamente racista. Tudo muda na noite que alguém tenta roubar seu Ford Gran Torino de 1972 de sua garagem, algo que ele guarda com muito carinho. A pessoa que tenta roubar-lhe o carro é Thao (Bee Vang), seu vizinho Hmong. Sob pressão de uma gangue de Hmongs, Thao tenta roubar o Gran Torino da garagem de Walt, que, empunhando seu rifle usado na guerra, surpreende-o. A mãe, envergonhada, e a irmã de Thao, Sue (Ahney Her), obrigam Thao a trabalhar para Walt por um período de tempo. O fato de Walt ter salvo Thao da gangue que queria castigá-lo por ter falhado em roubar o Gran Torino, também ajuda a família de Thao a considerá-lo um herói local. Nesse período de tempo, Walt enxerga em Thao, um bom menino e cavalheiro, diferente da juventude de hoje que Walt despreza, enquanto Sue cativa Walt e o faz enxergar certas verdades sobre seu povo, e sobre si mesmo tambem.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Band of Brothers

AMO ESSA MINISSÉRIE!!! O LIVRO FOI DEVORADO EM UMA SEMANA. RECOMENDO:
"Band of Brothers é uma aclamada minissérie de televisão dividida em 10 episódios, que passa-se durante a Segunda Guerra Mundial, co-produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg. A minissérie foi lançada pela HBO em 2001 e continua sendo exibida em diferentes canais de televisão ao redor do mundo.
A minissérie destaca-se, dentre vários motivos, pelos esforços em sua ambientação e veracidade. Um exemplo: para reproduzir com maior fidelidade os campos de batalha daSegunda Guerra Mundial, foram necessários mais de 10 mil atores extras, cerca de 700 armas autênticas, 400 armas de borracha e cerca de 14 mil caixas de munição em cada dia de filmagem. Além disso, tanques da Segunda Guerra foram restaurados, um avião C-47 autêntico foi usado e a vila que serviu como cenário para 11 cidades européias tinha o tamanho de nove campos de futebol americano. A série teve custos de produção e cenários mais caros que os do filme O Resgate do Soldado Ryan; a produção custou cerca de US$ 125 milhões e demorou 9 meses para ser finalizada, o que rende à série o título de maior e mais cara já feita para a televisão.
Baseado no livro de mesmo título, da autoria de Stephen E. Ambrose, a série narra a história da Companhia E (Easy Company) do 506º Regimento de Infantaria Pára-quedista do Exército Americano, 101ª Divisão Aerotransportada - na sua campanha na Segunda Guerra Mundial. Tal companhia participou da invasão dos exércitos americano e inglês na Normandia, no dia 6 de Junho de 1944, o famoso Dia D, além da famosa Operação Market Garden e da Batalha do Bulge.
Sob a ótica dos combatentes, narra a campanha do regimento de para-quedistas americanos, desde sua preparação ainda em Toccoa, Estado da Geórgia nos Estados Unidos, até a captura do Ninho da Águia, fortaleza de Hitler nos Alpes em Berchtesgaden.
Os eventos retratados na série são baseados em pesquisas de Ambrose e entrevistas gravadas com os veteranos da Easy Company. Algumas licenças literárias foram tomadas nos episódios, e outras diferenças a partir do livro são exibidas nos episódios[1]. Todas as personagens retratadas na Série são baseadas em membros reais da Easy Company; alguns deles aparecem antes do começo dos episódios, em pequenas entrevistas/depoimentos. (Suas identidades, entretanto, não são reveladas até o final de cada episódio.)"
Peguei o resumo na wikipedia !
terça-feira, 12 de maio de 2009
Por qual motivo devo ler livros?
Crédito: http://jornalesag.blogspot.com/2009/02/mas-porque-ler-um-livro.html
"Mas por quê ler um livro?
Muitas pessoas, de todas as faixas etárias, colocam a mesma pergunta inúmeras vezes “Por que é que devo ler um livro? Qual é o interesse?” Para esta pergunta, há sempre uma resposta. No caso das crianças e adolescentes, os pais têm sempre o “sermão” ensaiado: “Ler faz-te bem. Melhoras a tua expressão escrita, ganhas mais cultura e poderás ter mais sucesso na escola!” Isto é tudo verdade, mas convence poucos!Eu também podia escrever muito sobre este assunto, dar conselhos, mas penso que isso não ajudará ninguém ou quase ninguém, portanto vou apenas contar a “minha história”.Eu gosto muito de ler. Gosto de quase todos os géneros de livros, desde romances históricos, aventuras, policiais… um pouco de tudo. Mas não fui sempre assim! Comecei a gostar de ler quando andava no 5º ano. Antes, a minha mãe também era como todos os outros pais: “Marta, lê que te faz bem!” mas eu não gostava. Um dia na escola li um excerto de um livro “Uma aventura na escola” e gostei tanto que o li rapidamente. E foi assim. Foi assim que comecei a ler. Li esse livro e mais outro e depois outro, até ler toda a colecção. Entretanto um amigo ofereceu-me os dois primeiros livros de Harry Potter e aí começou uma nova fase de leituras.Agora, que já sou mais velha, leio outro tipo de livros como romances, principalmente históricos. Mas de vez em quando, ainda gosto de ler aqueles que tanto me encantaram em pequena. Há pouco tempo li o último livro de Harry Potter, o da colecção “Uma Aventura”. É o lado mais infantil que ainda vive em mim e o gosto pela fantasia que, certamente, se manterá por mais tempo.Para se aprender a gostar de ler, também é importante acertar no livro. Se não gostarmos do primeiro, é provável que a leitura não se torne uma agradável companhia. Mas não podemos desistir! Há uma oferta muito variada de livros, por isso, se não acertarmos à primeira, temos de voltar a tentar. Há que experimentar novas leituras, outros géneros, outros autores.Tal como os nossos pais dizem “ler faz bem”, mas é fundamental que seja por gosto. Ler um livro por obrigação não convém, uma vez que nos pode criar uma certa aversão a este acto.Quando descobrimos o gosto pela leitura, o livro torna-se uma companhia para toda a vida. Mergulhamos nas palavras, convivemos com as personagens, tornamo-nos seus cúmplices, habitamos nas suas páginas, percorremos os seus espaços, vivemos as suas horas e até os segundos e quando nos apercebemos, já chegámos ao fim. E é, então, que sentimos um vazio, como se uma parte de nós nos tivesse sido arrancada. A solução? Aventurarmo-nos numa nova leitura!"
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Leitura Obrigatória

domingo, 10 de maio de 2009
Minha vó Alice
Ela adorava comer, sem restrições. Não adiantava brigar. Fazia eu passar vergonha nas festinhas, colocando docinhos na bolsa. rsrs Planejava secretamente fazer isso no casamento do meu irmão. Estava tramando rsrsrs
Adorava me ligar para contar fofocas e dar risada. Não sei quantas vezes ela quase me matou de tanto rir. Não era só a estória que era engraçada: era o jeito que ela contava ! Falava palavrões, dos mais cabeludos, unicamente para se deliciar com a reação do interlocutor, ver a cara de choque de quem escutava. Amava cores, estampas, babados. Fez um colcha de retalhos para mim. Ria dos filhos, ria do genro, implicava com as noras, com os netos. Porém, amava a todos. Era o centro do seu universo.
Mas acima de tudo, foi uma vencedora. Infância difícil, sem chamego, foi empregada doméstica ainda criança. Criou nove filhos em situação bem humilde, mas nunca faltou comida no prato. Nenhum dos filhos virou bandido, nem drogado, nem mau exemplo. Não sabia ler , mas todos os seus filhos aprenderam.
Essa neta, por exemplo, lê tudo o que lhe cai nas mãos e é na "voz" de um dos grandes, que dela se despede:
"Morrer não é acabar, é a suprema manhã" (Victor Hugo)
I will miss you !"
sábado, 9 de maio de 2009
KATYN
SINOPSEO polonês Andrzej Wajda descreve o famoso e triste massacre de Katyn. Meses depois da invasão nazista na Polônia, em 1939, aproximadamente 15 mil (algumas fontes registram que tenha sido mais de 25 mil) prisioneiros de guerra poloneses são mortos pela polícia secreta soviética nas florestas da cidade de Katyn. Os soviéticos posteriormente culpam os alemães, tentando "limpar" sua imagem. Há cenas reais e o filme é muito comovente ao abordar a história de uma família específica. Algumas pessoas estavam literalmente soluçando, chocadas, ao fim da sessão. É um filmão, mas esteja preparado emocionalmente, principalmente quem não está devidamente familiarizado com as atrocidades da Segunda Guerra Mundial. |
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Disorder Rating Information
Paranoid: Moderate
Schizoid: Moderate
Schizotypal: Moderate
Antisocial: Low
Borderline: Moderate
Histrionic: Moderate
Narcissistic: Very High
Avoidant: Low
Dependent: Moderate
Obsessive-Compulsive: Moderate
Bom, acho que o correto seria very high para quase tudo. Concordo com o Low de Antisocial mas acho exagerado Very High em Narcisismo rsrsrs
Mas me parece tudo uma piada mesmo. Pelo menos achei divertido !
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Três bons livros
quarta-feira, 6 de maio de 2009
"Por que nos apaixonamos
por Felipe Machado
Já ouvi críticas aos meus textos de gente que alega que não sou psicólogo ou psiquiatra, portanto não tenho o direito de ficar falando bobagens sobre o comportamento das pessoas. Concordo plenamente. Não tenho formação acadêmica em nenhuma área relacionada à psicologia. O mais perto que cheguei de um analista foi no dia em que ouvi a música 'O Divã', do Roberto Carlos. O que escrevo aqui é apenas fruto de observações ou experiências pessoais. E ponto.
Essa humilde introdução foi para dizer, com falsa modéstia, que descobri o que faz um homem se apaixonar por uma mulher, e vice-versa. Não é pouca coisa, já que essa questão persegue a humanidade há séculos.
Talvez você concorde, talvez ache uma grande besteira. Há várias razões para alguém se apaixonar, mas as que abordo aqui são as essenciais, na minha opinião.
Vamos começar pela mulher. O que faz uma mulher gostar de um homem? Mais do que isso, o que transforma a paixão de uma mulher por um homem em amor? A admiração que ela tem por ele. Essa admiração pode ser de várias formas e intensidades diferentes. O cara pode ser um excelente profissional. Ou pode ser um grande artista. Ou pode ser um ótimo pai. Ou pode ser... milhões de coisas, claro.
Só para esclarecer: não estou falando de riqueza ou sucesso. A mulher se apaixona quando sente admiração por quem ele é, pelo que ele representa como pessoa. Não é algo formal, muito menos o sentimento de alguém que olha de baixo para cima. É apenas orgulho por estar ao lado dele. Em última instância, é a admiração que faz com que a mulher queira se eternizar ao lado desse cara, criar uma família, gerar filhos.Quando a admiração chega ao fim, o amor chega ao fim.
E quanto ao homem? O que faz um homem se apaixonar por uma mulher? A atração. Atração física, sim, mas não só isso. Essa atração pode existir em vários níveis, sexual, sensorial, emocional; o que o homem precisa é se sentir atraído. Por favor não imagine que estou falando só de beleza. Há diferentes tipos de beleza, assim como há diferentes níveis de exigência de um homem em relação à beleza. Mas ele tem que sentir atração para querer voltar sempre àquela mulher, querer mantê-la sempre próxima, querer a presença dela na hora de dividir o sono. A atração é a preliminar do desejo.
Se essa atração chegar ao fim, pode ter certeza de que o homem vai correr atrás de outra. Ele precisa disso para se sentir vivo. Admiração, atração... isso é só o meu ponto de vista. Espero que algum psicólogo assine embaixo."
Vi no: http://blog.estadao.com.br/blog/palavra/
Opera para pobres
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Elegância e humanidade
WALCYR CARRASCO
Gritos ou sorrisos
Por
| 11.03.2009
Olho em torno. Estou em uma sala ricamente decorada com móveis antigos e lustres de cristal. Vestida com uma grife importante e adornada com joias de bom gosto, a anfitriã recebe com distinção um pequeno grupo de convidados, do qual faço parte. Conversa delicadamente sobre artes, viagens e outras amenidades. O copeiro entra com uma bandeja com refrescos e champanhe. Mas comete uma gafe: oferece-me uma taça antes de servir uma convidada – a etiqueta manda que as mulheres sejam servidas em primeiro lugar. Imediatamente, a voz da dona da casa se torna dura, ríspida, cheia de raiva.
– Será que você nunca aprende? – acusa. – Não sabe se comportar?
O homem murmura desculpas envergonhado e se retira humilhado. Ela suspira.
– Essa gentinha não tem jeito!
Fico pasmo. Onde foi parar a elegância? Por que humilhar um subalterno devido a um erro de etiqueta ao qual ninguém daria importância? Sempre me defronto com esse tipo de situação: gente que gosta de humilhar os outros, principalmente quem não pode se defender. Certa vez fui a um jantar na mansão de um arquiteto. A certa altura, o anfitrião aproximou-se de um jovem vestido de maneira mais simples – como vim a saber, estagiário em seu escritório de arquitetura – e disparou:
– Sabe o que está bebendo? É vinho francês, aproveite!
O rapaz ficou completamente sem jeito. O outro ainda comentou com um amigo:
– Nem sei por que sirvo bebida boa a quem não pode apreciar. Olha só, ele nem sabe segurar a taça!
Porteiro de prédio sofre. Há quem ache que não precisa se identificar. Ou reclame enquanto o outro pede a autorização de acesso ao morador. Passam pelo hall com os olhos chamejando:
– Não me conhece?
Confesso: eu mesmo já cometi esse tipo de erro e até hoje me envergonho. Certa vez morava em um condomínio e cheguei à guarita no carro de amigos. O segurança, novato, não me conhecia. Fez uma confusão e não queria permitir a minha entrada. Explodi:
– Você não tem uma relação? Verifique! Ou chamo a síndica!
O rapaz só estava fazendo seu trabalho: proteger o condomínio. Ao ameaçar com a síndica, eu de fato o ameacei com demissão. No dia seguinte, envergonhado, pedi desculpas ao segurança e às pessoas que estavam no carro comigo.
Já me aconteceu o contrário. No final de uma peça de teatro, fui convidado a ir aos bastidores. Cumprimentei os atores que eu conhecia. Quando ia embora, uma das estrelas saiu de seu camarim. Fui parabenizá-la. Com um olhar altivo, ela me respondeu friamente. Despedi-me sem jeito.
Na mesma noite recebi um telefonema do administrador do espetáculo. A estrela descobrira que eu era autor de novelas e estava arrependida por ter me tratado daquela maneira. Na noite seguinte tentou jantar comigo. Um amigo comum quis fazer a ponte.
– Ela sonha atuar em sua novela. Pediu-me para explicar que só agiu daquele modo porque não sabia quem você era.
– Pior! – respondi. – Se tratou mal um desconhecido que foi lhe dar os parabéns, como será com os cabeleireiros, costureiras, motoristas, técnicos, produtores, que são a base de um trabalho em televisão?
Às vezes a pessoa nem é tão mais rica que a outra, mas se acha superior só porque tem um carro, uma casa maior, um diploma. Na minha opinião, a melhor forma de conhecer uma pessoa é observar a maneira como trata aqueles com quem a vida não foi tão generosa no sentido material. Agradecer cada gesto faz bem a quem ouve e a quem fala. Gritos ou sorrisos dão uma boa medida de quem é quem.



