sábado, 28 de novembro de 2009

Lip Dub - "Pretty Fly"

Essa faculdade de Direito de Montreal me parece beeeeemmmmm mais divertida que a minha rsrsrs

Retrato falado - "Renoir"

Depois dizem que o Brasil não é um país sério...aí, te pergunto: comparado com qual país? POrque se for com a Bolivia rsrsrs Olhem só o melhor retrato falado do mundo...Meu afilhado Breno, de 4 anos, faria beeeeem melhor rsrsrs

sábado, 21 de novembro de 2009

"Respeito é bom", por Lya Luft

“Respeito é bom e eu gosto", diz uma das mil frases feitas - esse sutil veneno ou pontapé no estômago - que pontilham nossa sabedoria dita popular. Vale para muitos aspectos da nossa vida. Vamos ver alguns. Escuto frequentemente a queixa de mulheres de que ainda não são respeitadas como merecem, em seu trabalho ou individualmente. Primeiro, é uma questão de tempo, pois em quase todos os territórios da atividade humana, menos cozinhar e parir, mulheres são novidade. Ainda estamos buscando nosso jeito de trabalhar, de comandar, de usar nossa autonomia. Certa vez, querendo me elogiar, um crítico escreveu: "(...) é uma excelente escritora, pois, embora sendo mulher, escreve com mão de homem". Isso por si basta para reconhecer a carga de preconceito que sobrevive mesmo entre pessoas com certo preparo, inclusive mulheres, diga-se de passagem, que em geral são os piores juízes de outras mulheres. Se ela faz bem um trabalho (vale para juízas, reitoras, governadoras, vereadoras, motoristas de ônibus, policiais, grandes cirurgiãs etc.), é porque o faz como homem. Quantas gerações terão de passar, para que isso mude? Esse preconceito é demorado e obstinado, e nós mulheres colaboramos com ele dando nossa melancólica parcela, por exemplo, no jeito como nos portamos, como nos vestimos, como agimos no trivial, ou quando estamos no poder, qualquer poder. Não é por nada que boa parte das propagandas de quaisquer produtos usa mulheres quase nuas ou em trejeitos sensuais: vende, dá ibope, dá vontade de comprar... o que é um modo de poder. Falo com certa frequência na psicóloga que atende seus pacientes de minissaia ou profundos decotes, e digo que, lidando com a alma desses pacientes, a roupa não parece muito adequada. Nada contra a peça de roupa, desde que num corpo adolescente: adolescentes ainda não atendem pessoas com problemas psicológicos. Enquanto nos portarmos feito crianças pouco inteligentes, ou enquanto nosso maior trunfo forem nádegas firmes, fica difícil reclamar que não nos respeitam o bastante. Estarei dando muito valor a exterioridades como saia, joias, trejeitos? Estou. A aparência é nosso primeiro cartão de visita, dizendo coisas como: eu me acho linda, eu sou sensual, estou consciente disso. O segundo cartão é a linguagem: se eu não sei nem articular direito meu pensamento falando ou escrevendo, não vou ser um grande candidato a um emprego razoável, pelo menos um cargo em que eu precise pensar... e falar. Pais também se queixam de que os filhos não os respeitam. Um bom começo de diálogo é indagar como eles, pais, se portam em casa. Gentis um com o outro, com empregadas, com os filhos - ou a gente acha que dentro da porta de casa, com filhos, vale tudo, até grosseria e falta de compostura? O comportamento das crianças e adolescentes e seus conceitos sobre o mundo (eles os têm desde cedo, não se iludam!) refletem sua casa. Um pouco incômodo: querendo ou não, somos seus primeiros modelos, e eles percebem muito bem o que é natural e o que é fingido em nós. Isso se estende para a escola, onde professores suportam violência verbal e física, agressividade, má-educação, hostilidade por parte de alguns alunos - não todos, possivelmente nem a maioria. Se pudéssemos pesquisar a vida familiar dessa meninada, com frequência iríamos constatar que ela apenas reproduz ou continua, na rua, no pátio da escola e na sala de aula, o tratamento que predomina em sua casa. Lá, talvez, os filhos não conheçam limites ou, quem sabe, o pai é do tipo que aprecia um coronelismo ultrapassado. Observo muita gente, e não só jovens, dando de ombros ou rindo ao assistir a uma entrevista de alguns dos nossos líderes (ou escutando belas frases sobre ética): também na vida pública, o respeito tem de ser conquistado e merecido. Sendo humanos, homens, mulheres e crianças, somos ainda animais predadores, querendo ocupar espaço a patadas. Se pudermos, em vez de falar, rosnamos; em lugar de curtir, cuspimos em cima. A gente precisa ser domesticado desde o dia em que nasce.”

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Apagão by José Simão (Folha on line)

Apagão? Acende a periquita!

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta! ITAIFU Urgente! O Brasil inteiro já sabe a causa do apagão. Em Itaipu falaram pro estagiário: "Quando sair, desliga tudo!". PUF! APAGÃO!
E o que eu tava fazendo no apagão? Subindo escada rolante parada. E recebendo mensagens pelo celular. 1) Tô com a periquita acesa! Apagão deixa as periquitas acesas. 2) Tô preso no elevador, quero dar entrevista pra TV. 3) Troco um freezer por uma maleta térmica. 4) A melhor saiu no Twitter do Kibeloco: "Calma, gente. Quando a Madonna desligar o celular, a energia volta!". Essa foi a causa do apagão: a Madonna deixou o vibrador ligado! 5) O Fluminense não apareceu com a lanterna. Rarará! 6) Vou pedir uma esfirra do Habib's pra ver se eles entregam mesmo em 28 minutos!
E o que as celebridades falaram durante o apagão? Lula: "Eita, cachacinha boa, deixa a gente ceguinho, ceguinho". Zé Mayer: "Com a luz apagada é melhor, PRÓXIMA!". Angélica: "Desculpe, amor, peguei no teu nariz". Rarará! Lucianta Gimenez: "Vou ligar a TV pra me informar do apagão". Serra: "Uau, vou sugar todo seu sangue". E Dilma: "Não se assustem, sou eu, a mãe do PAC".
E aquele monte de geladeira que todo mundo comprou sem IPI? Sacanagem! O Brasil inteiro comprou geladeira sem IPI e aí dá o apagão. Inveja de gerador próprio. Como disse uma amiga: "Não basta ser gostosa, tem que ter gerador próprio!".
E o ministro de Minas e Energia? O Trapagão! Mistura de trapalhão com apagão! E ele se chama Lobão. Então, devia ficar com a luz da lua cheia. Rarará! E eu sei o que o governo vai falar: "Todo mundo comprou tanto eletrodoméstico sem IPI que acabou dando apagão. Todo mundo ligou a geladeira ao mesmo tempo. E explodiu Itaipu!". Rarará!
E adorei as chamadas dos sites: "Veja as fotos do apagão". Rarará! É mole? É mole, mas sobe! OU como disse aquele outro: é mole, mas trisca pra ver o que acontece!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heroica e mesopotâmica campanha Morte ao Tucanês. Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Araçatuba tem uma madeireira chamada Madeiras Irmãos Pintão. Rarará! Mais direto, impossível! Viva o antitucanês! Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. O Orélio do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. Hoje não tem. O Lula ficou com a língua presa no elevador. O lulês é mais fácil que o ingrêis. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã. Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno. E quem fica apagado é poste.

simao@uol.com.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Em menos de 24 hs....


...já temos até camisetas rsrsrs

domingo, 8 de novembro de 2009

Ewoks Bebados

O TODAY SHOW, nos EUA, é um programa matinal de tradição e conservador. Tem notícias, culinária, viagens, etc. No Halloween, a equipe usou fantasias de Star Wars e contratou dois anões para serem os Ewoks. Porém, parece que pelo menos um deles estava bêbado e, em uma TV tão puritana, causou alguns constrangimentos AO VIVO ! Confira!